Vinha aqui deixar outra lembrança da tua presença e... verifico que será a mensagem nº 100.
A centésima mensagem escrita das milhares de lembrança que não escrevi mas que me fizeram sorrir.
...da presença de um filho na vida de um pai.
Vinha aqui deixar outra lembrança da tua presença e... verifico que será a mensagem nº 100.
A centésima mensagem escrita das milhares de lembrança que não escrevi mas que me fizeram sorrir.
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Rodrez
às
15:30
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Partilhas de presenças
Este fim de semana que passou lá começaste a natação sozinho.
No fim de semana anterior tínhamos ido à piscina para te dar a conhecer as novas rotinas e onde ias ter as aulas com a professora.
Logo aí, nesse dia, expressaste o desejo de ir à natação. Respondi-te que não iamos preparados para tal, não tinhas calções de banho, touca, etc.
Este fim-de-semana começaste e que prazer que foi...
Senti-me deveras orgulhoso por te ver autónomo, nem pinga de tristeza por já não te acompanhar, antes um orgulho imenso por te ver a ir sozinho no meio dos teus pares para teres uma aula, de te ver sozinho e confiante, de te ver sozinho e a sorrir, de te ver sozinho, mas feliz.
Filmei uns poucos minutos da aula, depois fiquei sem bateria no telemóvel (nunca pensei ir utilizar tantas vezes a dita câmara), mas confesso que a dada altura senti que tinha um sorriso imenso de te ver, pensei,
"porra devia ter alguém a fotografar esta cara porque não a devo fazer nem quando termino de fazer amor com a S. (a mãe)".
E não podia ter, porque o tipo de felicidade é diferente, mas é imenso... o arrebatamento foi excepcional, fiquei muito feliz por ti, mas também por mim porque sei que grande parte daquilo que te permitiu enfrentar este novo desafio da forma que o fizeste foi o encorajar da tua autonomia.
Considero que uns pais brilhantes não são aqueles que evitam que os filhos caiam, nem aqueles que constantemente dizem "cuidado que vais cair"... isto ou faz com que a autonomia e confiança não vingue ou cria pessoas medrosas.
Considero que um pai brilhante dirá ao filho "atenção ao caminho", mas depois deixará a sua cria tomar o caminho que quer tendo como única função estar ali para receber o seu filho se a coisa correr mal, não para evitar que corra mal.
No fundo senti-me orgulhoso por ambos, dizer o contrário seria mentir, por mim por saber que a piscina é um trabalho sobretudo meu, por ti porque verifico que tens asas e começas a esfoaçar.
PARABÉNS!
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Rodrez
às
16:29
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Este ano estás a gozar "à brava" as férias com os avós.
Este Sábado arrancaste decidido com os avós maternos direito ao Algarve.
A mãe, essa, anda stressada com a vida profissional e com o facto de não te ter por perto. De facto, a mãe de cada vez que falamos dez minutos diz que sente falta de ti e depois pergunta-me,
"E tu não sentes falta dele? Não dizes nada..."
Pois é, não digo, mas isso não quer dizer que não sinta a tua ausência... apenas sinto-o de uma forma diferente em que não me lamento de não te ver, não desespero por saber o que fizeste, comeste, etc.
As saudades que sinto guardo-as dentro de mim como momentos reconfortantes, de cada vez que me lembro de ti sorriu em vez de ficar triste... é que tu vieste ao mundo de dentro de mim, mas a tua pessoa não é uma extensão de mim.
Em tempos li isto e fez-me muito sentido, sinto que esta deverá ser a perspectiva do que é a paternidade e do que são os filhos, partilho-o agora contigo:
"Os teus filhos não são os teus filhos.
São os filhos e filhas do desejo da Vida por si própria.
Vêm através de ti, mas não de ti,
E embora estejam contigo não te pertencem.
Podes dar-lhes o teu amor, mas não os teus pensamentos,
Porque eles têm os seus próprios pensamentos.
Podes alojar-lhes os corpos mas não as almas,
Porque as almas deles vivem na casa do amanhã, que tu não podes visitar nem sequer em sonhos.
Podes lutar por ser como eles, mas não tentes fazê-los ser como tu.
Porque a vida não anda para trás nem espera pelo passado
Tu és o arco a partir do qual são disparados os teus filhos como setas vivas.
O arqueiro vê o alvo no caminho do infinito, e arqueia-te com a Sua força para que a Sua flecha possa ir longe e veloz.
Deixa que o teu arquear às mãos do arqueiro seja de satisfação;
Porque assim como Ele ama a seta que voa, ama também o arco que é firme."
De Alfred A. Knopf - The Prophet - 1951, retiado de "O CAMINHO MENOS PERCORRIDO" de M.Scott Peck
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Rodrez
às
16:14
1 Partilhas de presenças
Foi um filme que a mãe não quis ver e nós fomos... resultado ADORÁMOS!
A tal ponto que a mãe ficou cheia de remorsos por não ter querido ir ver.
Dizia ela "Ah, mais um filme com pinguins, deve ser do género do Happy Feet".
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Rodrez
às
17:46
0
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Ontem saí mais cedo.
Fui apanhar-te ao colégio, local onde ainda não pusera os pés este ano por ser o padrinho J. quem te leva agora pela manhã.
Ontem decidi apanhar-te e ver a tua nova sala, agora é a amarela, vi o novo espaço de recreio e naturalmente soube-me bem apanhar-te. Tu ficaste todo contente de me mostrar a nova sala.
Tínhamos como programa ir andar de bicicleta com o A., mas este teve de ir para Lisboa trabalhar e não poderia vir... ficámos os dois e decidimos ambos ir.
Tirei a bicicleta do suporte e o pneu dianteiro não tinha ar, pensei que estivesse a precisar de ser cheio, mas não... estava furado.
Lá estive a mudar a câmara de ar do pneu e depois até me destes umas bombadas de ar para encher o pneu. Cansaste-te depressa e lá enchi o resto.
Lavei as mãos, apanhei a tua cadeira, que instalei no suporte, e lá fomos nós passear.
Passeámos junto ao rio e parámos junto à biblioteca onde existem as ondinhas que subimos e descemos vezes sem conta.
Depois, depois foi regressar a casa dar por bem empregue o tempo e colocar-te em frente ao computador, que pediras para jogar, enquanto finalizava o jantar.
E que jantar, peito de frango recheados com banana. Muito bom, disseste tu.
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Rodrez
às
17:24
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Partilhas de presenças
Tomas sempre uma refeição ao início do dia e outra antes de dormir.
Em tempos os iogurtes imperavam, danoninhos, yocos, yoco para misturar.
Depois passaste a comer Cerelac.
Depois intermiaste a coisa.
Um dia, lá para o Inverno do ano passado passaste a beber leite com chocolate.
Dois ou três meses depois voltaste para os iogurtes e para a Cerelac.
Agora de há uma semana a esta parte comes iogurtes com pedaços de ananás à noite e de manhã ao acordar danoninhos de amora, morango e morango e banana (por esta ordem sempre).
Quer o pequeno almoço quer a "ceia" são acompanhadas de "fofinhos", acho que é assim que chamam aqueles croissants pequenos que comes, barrados com queijo "QUERU" ou queijo "QUERU com presunto".
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Rodrez
às
17:09
1 Partilhas de presenças
Pois é...
Os genes masculinos e a testosterona "andem aí".
De há algum tempo a esta parte as brincadeiras contigo envolvem o cofronto físico, as brincadeiras são feitas de lutas, sejam entre bonecos (homem-aranha, power-rangers, transformers, tartarugas-ninja) sejam no colégio com os Colegas, sejam entre nós.
Já no natal passado te percaveste para a actividade de luta contra o pai, pediste umas luvas de boxe do homem-aranha.
De vez em quando lá te entusiasmas e pregas-me um soco ou um pontapé mais a sério, claro que sem o quereres, e logo dizes perante a minha queixa,
"Desculpa pai, foi sem o querer, a sério pai, foi sem querer!"
Mas, lá tenho de desempenhar o meu papel e relembrar-te que estamos apenas a brincar e não podemos dar socos e pontapés a sério, ao que respondes,
"Eu sei pai, eu sei!"
Este momento retive-o há algum tempo enquanto brincávamos, repara nas luvas e pijama do Homem-aranha.
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Rodrez
às
10:29
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Partilhas de presenças
Em tempos escrevi aqui http://diariotuapresenca.blogspot.com/2007/01/os-meus-dotes-de-cantor.html
Aquilo que ambos sabemos, que não sei cantar.
O fim de semana passado fomos casar a C., que trabalha com o pai, e a dada altura o pai e o meu colega J. fomos chamados para ir cantar...
É certo que não fomos sós, acompanharam-nos o noivo e o padrinho da noiva..., o objectivo era assassinar uma música que jamais ouvira, de um cantor que nenhuma música conheço, o TONY CARREIRA.
É lecas.
A música, acho que se intitula "Ai destino, ai destino" pelo menos esta foi a única parte em que cantei... :-)
E porque é que eu falo de mim aqui... porque tu quando ouviste o pai cantar ficaste com o ar mais chateado/decepcionado do mundo.
Eu de olhar para a tua cara ainda me divertia mais, não porque te goste de ver de má cara mas, porque adivinhava a resposta à pergunta,
"Porque é que estás com essa cara?"
"Porque o pai não sabe cantar!"
:)
Como dizia o meu colega J.
"Anda um pai a cuidar durante quatro anos da sua imagem perante um filho para depois a arruinar em cinco minutos".
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Rodrez
às
18:21
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Agora o rapaz com quem mais brincas é o D.
Antigamente também brincavas muito com o D.F.
O D.F. continua a querer brincar contigo e ontem tu manifestavas que estavas farto de dizer ao D.F. que não querias brincar com ele.
Eu e a mãe lá tentámos fazer-te pensar se fosse ao contrário tu também não gostarias, que também ficarias triste se fosses rejeitado e os teus amigos não quisessem brincar contigo.
Tu lá ias dizendo que tinhas brincado um bocado, mas não querias brincar sempre com ele e que ele não te largava.
Disseste que já te tinhas chateado com ele e lhe tinhas dito para ele te largar.
Insistimos na tese de o aceitares também e de tentarem brincar os três tu o D. e o D.F.
E então disseste:
"Vocês já imaginaram o que é andar um dia inteiro a ser perseguido por alguém?!?"
Foi a tua forma de dizer "I rest my case" ou em português "E mais não digo". :))
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Rodrez
às
11:04
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Partilhas de presenças
Quarta-feira fui surpreendido por uma ajuda externa na realização destes posts, mas a ajuda não é motivada senão pelo meu hábito de apontar as coisas para depois as escrever aqui. Explicando...
Quando tu dizes alguma coisa que mais tarde quero recordar escrevo-o num papel. Assim, não raras vezes, quando estamos em família tu dizes algo e eu arranco e vou escrever num papel. A mãe vê-me a escrever, mas nunca me perguntou porquê... e ainda bem.
Mas, este meu hábito fez com que a mãe no dia 05 tivesse registado uma conversa que tiveste com ela e me a tivesse exibido. Bom lido o assunto versado na conversa prespectivo uma forma de me chamar a atenção para a minha arrumação desarrumada, mas considerando-me bem mais organizado e arrumado do que a mãe, não retive a mensagem como uma crítica.
Então reza assim o que ela escreveu, textualmente:
"FRASE DO DIA.
Daniel para a mãe:
"Já viste que o pai é mesmo parecido comigo?"
(olhar inquiridor da mãe, ao que ele replica)
"Desarruma tudo!"
05/09/2007, 17:30 horas"
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Rodrez
às
10:56
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Partilhas de presenças
Depois de jantar, nem sei porquê, lembraste-te dos gelados que havias comprado com a mãe e perguntaste se podias comer um.
"Depois da fruta podes" - respondemos em uníssono.
Lá fui buscar os perna de paus, um para ti outro para mim, sentei-me e entreguei-te os autocolantes que acompanhavam os gelados.
Pediste-me ajuda para abrir o gelado e os autocolantes, nem te esqueceste das palavras mágicas. Agarrei primeiro nos autocolantes e depois no gelado.
Nos autocolantes vinha um que tinha umas estrelas fluroscentes. A mãe de saída da sala apagou a luz para veres as ditas estrelas, mas mal se viam ao que te informei,
"Para veres as estrelas primeiro elas têm de apanhar luz do sol para concentrarem a energia e depois brilharem..."
"E não pode ser a luz do candeeiro?" - perguntaste-me tu.
"Acho que não! Acho que tem de ser a luz do sol e a luz do candeeiro não é igual à do sol." e continuei para dar mais alguns conhecimentos à tua pessoa, "O sol é como uma bola de fogo que tem imensa energia e que manda luz e calor para o espaço."
"Somos os que estamos mais próximos do Sol?"
"Não filho, o planeta mais próximo do sol é Mercúrio e se vivêssemos lá morreríamos porque é muito quente."
"Então quem vive lá morreu?"
"Não filho, porque nunca viveu lá ninguém. Aliás, a Terra é o único planeta onde conhecemos e sabemos que há vida... até pode existir num outro planeta muito longe de nós, mas como ficam todos muito longe é impossível saber se há, ou não, vida num outro planeta."
A mãe aqui entrou na conversa e falou na dificuldade de viajar no espaço e da necessidade de se viajar a muita velocidade para chegar a lugares longínquos... e eu aproveitei e disse,
"Olha filho, podes aproveitar e tentar inventar uma máquina que consiga viajar muito depressa no espaço porque ainda ninguém a inventou!"
Olhaste para mim com ar interessado e replicaste,
"Boa, vou inventar uma máquina dessas com o avô...!"
"Que avô?" - perguntei eu.
"O R." - o avô paterno.
"Porquê?"
"Olha" iniciaste a frase encolhendo os ombros e fazendo uma expressão de quem diz qualquer coisa mais do que sabida, "Porque ele sabe fazer tudo!"
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Rodrez
às
17:51
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Andas tão cansado de sair de casa e de andar de um lado para o outro que ontem fizeste uma fita descomunal para ir jantar ao Avô Z.
Choraste imenso qual reclamção pujante de quem se sente injustiçado.
Depois... bom, depois lá venceu o argumento da força e não a força dos argumentos, porque nada te demoveu de manter a reclamação.
No fim terminou quando a meio da reclamação decidiste agir sobre o fecho do cinto de segurança da cadeira. Nesse momento o pai rugiu e disse-te que se tentasses retirar de novo o fecho do cinto, para além de muito zangado, iria retirar-te da cadeira e dar-te uma palmada, coisa que até ao momento não sabes o que é...
A reclamação foi substituída por um soluçar e por manifestações de descontrolo emocional com desejo que eu te abraçasse...
Apesar de não te abraçar lá te disse que, apesar de chateado com o comportamento, não deixava de gostar de ti, não deixava de te amar, mas tudo tinha um limite.
Se eu aceitava que continuasses a chorar o resto do dia (acredita que consigo suportar o choro típico da fita porque sei que não te dói nada, apenas estás a reclamar) não poderia aceitar que pusesses a tua segurança em risco.
Depois de chegados ao avô não te decidiste a parar, não!... Talvez porque te recebi cedo demais no meu colo decidiste continuar com o cenário.
Agora não querias comer.
Voltaste a falhar no campo ou no tipo de reclamação...
Se há coisa que não me custa mesmo nada é que não comas... custar-me-ia imenso se quisesses comer e eu não tivesse para te dar. Agora não quereres porque não queres... nunca me aborreceu. Então, como sempre nestas situações, lá te dissémos, "Não queres comer?! Tudo bem, não comas! Mas a seguir não há gelado de sobremesa, nem há, quando chegares a casa, nada para além do que é habitual para ir dormir... entendido?!"
E assim, decides mudar de estratégia. Comeste...
Depois, depois começaste a aligeirar o mau humor e voltaste a ser o filho que compreende que fazer fita é o caminho que deves traçar quando queres que alguma coisa não aconteça.
Por último lá reconheceste, uma vez mais, que afinal sair de casa não é assim tão mau..., bom ir ao parque às 22:30 horas também deve ter ajudado.
:)
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Rodrez
às
16:10
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Quando chegaste a casa no sábado, regressado das férias, tinhas algumas alterações em casa, umas paredes com cores diferentes e apenas uma divisão da casa arrumada...
Manifestaste apreço pelas alterações e depois...disseste:
"Porque é que andam a ler o jornal assim?"
A pergunta resultou do facto de olhares para o chão e veres estendidos jornais para proteger o chão das pinturas que decorriam...
Depois de sorrirmos lá te explicámos o que faziam os jornais no chão.
Uma presença em
Rodrez
às
10:23
1 Partilhas de presenças
Agora andas numa fase de identificação com o género masculino em geral e o pai em particular.
Ontem quando te levei à casa de banho para mandares uma mija, ou então se preferires, para mictares, depois de teres terminado aproveitei e também eu puxei do pénis para o fazer.
Olhavas para o meu pénis e a dada altura disseste:
"Pai já viste" enquanto aproximavas o dedo do meu pénis "temos veias iguais, aqui olha!" e enquanto o dizias ias passando o dedo por cima da dita veia.
"Pois é filho, todos temos veias aí".
"Pai... assim devagarinho posso mexer na tua pila,... não posso?"
"Podes filho, devagarinho podes." Risada minha...
"Porque é que te estás a rir?"
:-)
Será que agora percebes ou vais ter de ser pai para perceberes?!? :))
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Rodrez
às
15:50
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Partilhas de presenças
Hoje retornaste ao colégio e à rotina escolar.
A diferença foi que não fui eu nem a mãe que te levámos. Foste com o padrinho J. no carro do leão.
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Rodrez
às
09:41
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